Psicoterapia Analítica Junguiana
Quem sou eu
Ana Trevisan é terapeuta, com atuação baseada na Psicoterapia Analítica Junguiana. Seu trabalho oferece um espaço terapêutico acolhedor e ético, voltado à escuta profunda dos conflitos emocionais, dos padrões inconscientes e dos processos de amadurecimento psíquico ao longo da vida.
Cada pessoa que chega à terapia traz uma história singular, marcada por experiências, repetições e potenciais ainda não reconhecidos. O acompanhamento terapêutico acontece com respeito ao tempo e à individualidade de cada processo, favorecendo a construção de consciência, sentido e fortalecimento da personalidade.
O olhar terapêutico integra mente, emoções e dimensões mais sutis da experiência humana, compreendendo o sofrimento não apenas como algo a ser eliminado, mas como parte de um processo de transformação, florescimento interno e reconexão com aquilo que dá significado à própria trajetória. Abordagens integrativas podem ser utilizadas como apoio ao percurso terapêutico, sempre de forma criteriosa e alinhada às necessidades de cada pessoa.
Se sentir que este espaço faz sentido para você, estou disponível para agendar um atendimento
Se sentir que este espaço faz sentido para você, estou disponível para agendar um atendimento
Abordagem Terapêutica
Minha atuação é fundamentada na Psicologia Analítica, desenvolvida por Carl Gustav Jung, que compreende o ser humano em sua totalidade: consciente e inconsciente, razão e emoção, luz e sombra.
A psicoterapia é entendida como um processo de ampliação da consciência, no qual a pessoa é convidada a reconhecer seus conflitos, padrões repetitivos e conteúdos inconscientes, não apenas para aliviar o sofrimento, mas para fortalecer a personalidade e favorecer o florescimento de suas potencialidades.
O trabalho terapêutico não se limita à análise das dores e dificuldades, mas busca apoiar o desenvolvimento de uma relação mais madura consigo mesmo, promovendo maior integração psíquica, autonomia emocional e sentido para a própria história.
Cada processo é único e respeita o tempo, os limites e a singularidade de quem chega. A escuta clínica é cuidadosa e ética, oferecendo um espaço seguro para que o indivíduo possa se conhecer com profundidade, sustentar seus desafios e tornar-se mais inteiro em sua forma de ser no mundo.
Quando pertinente, abordagens integrativas podem ser utilizadas como recursos complementares, sempre a serviço do processo analítico e do momento vivido pela pessoa em acompanhamento.
O processo terapêutico também pode ser um caminho de reconexão com o sentido da própria existência. À medida que os conteúdos inconscientes são compreendidos e integrados, torna-se possível desenvolver mais confiança na própria trajetória, ampliar a consciência e sustentar a vida com mais presença, fé e responsabilidade emocional. A espiritualidade, entendida como a dimensão que dá significado à experiência humana, pode se manifestar de forma orgânica no processo terapêutico, sempre respeitando a história, as crenças e a singularidade de cada pessoa.
Escuta Clínica e Processos
O trabalho acontece por meio de uma escuta atenta e ética, respeitando o tempo e a singularidade de cada pessoa. O processo terapêutico não se orienta por respostas prontas, mas pela construção gradual de sentido, autonomia e compreensão de si.
Psicoterapia Analítica Junguiana
Fundamentada na Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung, a psicoterapia analítica oferece um espaço de escuta e elaboração dos conteúdos inconscientes, dos conflitos internos e dos padrões repetitivos que atravessam a experiência psíquica.
O processo terapêutico favorece a ampliação da consciência, o fortalecimento da personalidade e o desenvolvimento das próprias potencialidades, criando condições internas para que cada pessoa possa florescer de forma mais consciente, singular e alinhada com quem é.
Recursos Integrativos
Quando pertinente, recursos integrativos podem ser utilizados como apoio ao processo psicoterapêutico, sempre de forma cuidadosa e alinhada às necessidades de cada pessoa.
Essas práticas não substituem a escuta clínica, mas podem favorecer a ampliação da percepção, o contato com aspectos emocionais mais sutis e o aprofundamento do processo de autoconhecimento.